JOHNNY WADD (1971)

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Para a humilhação do caro leitor, o astro pornô John Holmes possuía um instrumento de trabalho que chegava, quando “pronto pra guerra”, a 33 centímetros. Com um dote desse fica fácil, bastou Holmes conhecer pessoas ligadas à industria – que tomaram conhecimento da extensão da sua manjuba – e quando se deu conta, já estava num set de filmagem trepando com milhares de pessoas (de ambos os sexos)… Um pouco de sua história e de como entrou neste universo pode ser conferida no filme BOOGIE NIGHTS (97), de Paul Thomas Anderson, que romantiza a vida de Holmes, interpretado por Mark Whalberg.

Mas voltando no início da década de 70, o diretor de filmes pornográficos Bob Chinn resolveu apostar em Holmes num projeto que misturava sexo explícito e filme policial. Com apenas 750,00 dólares de orçamento e um único dia de filmagem, Chinn produziu, escreveu (três páginas) e dirigiu JOHNNY WADD, estrelando o novo astro no papel do detetive cujo nome era o título do filme. Como definiu o grande Renzo Mora, em seu blog, o personagem de Holmes era uma mistura de Philip Marlowe, Sam Spade e o obelisco do Ibirapuera… O estrondoso sucesso de JOHNNY WADD gerou uma série de filmes ao longo da década de 70 e fez de Holmes um ícone da cultura pop… Aliás, bons tempos em que tínhamos um ator pornô como ícone.

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Neste primeiro filme, Wadd está num caso de uma garota desaparecida. Mas não é o tipo de detetive que sai às ruas para investigar. O filme se passa praticamente na sala da casa do sujeito, onde pessoas ligadas à moça vão até o local para que Wadd as interrogue, ou coisas do tipo, não importa… Acabam sempre fazendo sexo com ele. E o paradeiro da moça fica pra depois. Continuar lendo

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