CINEMA AMERICANO DOS ANOS 90

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FOGO CONTRA FOGO

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FUGA DE LOS ANGELES

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O PAGAMENTO FINAL

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SHOWGIRLS

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O REI DE NOVA YORK

A Revista Interlúdio publicou recentemente uma relação dos melhores filmes americanos dos anos 90, que aliás serve de referência para demonstrar como essa década em particular gerou belíssimas obras-primas na terra do Tio Sam. Atendendo a pedidos, resolvi fazer uma lista também. Vinte títulos em ordem de preferência e apenas um filme por diretor para abrir mais o leque de possibilidades (porque só Scorsese, Carpenter, Verhoeven, Eastwood e Ferrara já praticamente fechavam a relação):

20. SHOWDOWN IN LITTLE TOKYO (1991), de Mark L. Lester
19. CAÇADORES DE EMOÇÃO (Point Break, 1991), de Kathryn Bigelow
18. BARTON FINK (1991), de Joel e Ethan Coen
17. DIE HARD: WITH A VENGEANCE (1995), de John McTiernan
16. A AMBULÂNCIA (The Ambulance, 1990), de Larry Cohen
15. A ESTRADA PERDIDA (Lost Highway, 1997), de David Lynch
14. NA TRILHA DO SOL (The Sunchaser, 1996), de Michael Cimino
13. ED WOOD (1994), de Tim Burton
12. JACKIE BROWN (1997), de Quentin Tarantino
11. DE OLHOS BEM FECHADOS (Eyes Wide Shut, 1999), de Stanley Kubrick
10. CASSINO (1995), de Martin Scorsese
09. O PODEROSO CHEFÃO III (The Godfather – Part III, 1990), de Francis F. Coppola
08. TERMINATOR 2: JUDGMENT DAY (1991), de James Cameron
07. LITTLE ODESSA (1994), de James Gray
06. OS IMPERDOÁVEIS (Unforgiven, 1992), de Clint Eastwood
05. KING OF NEW YORK (1990), de Abel Ferrara
04. SHOWGIRLS (1995), de Paul Verhoeven
03. O PAGAMENTO FINAL (Carlito’s Way, 1993), de Brian De Palma
02. FUGA DE LOS ANGELES (Escape from LA, 1996), de John Carpenter
01. FOGO CONTRA FOGO (Heat, 1995), de Michael Mann

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ESPECIAL DON SIEGEL #14: CONTRABANDO DE ARMAS (The Gun Runners, 1958)

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CONTRABANDO DE ARMAS é baseado no mesmo conto do bom e velho Ernest Hemingway que Howard Hawks usou para realizar UMA AVENTURA NA MARTINICA (To Have and Have Not, 1944) e Michael Curtiz em REDENÇÃO SANGRENTA (The Breaking Point, 1950). Chega a ser constrangedor da minha parte (especialmente sendo um grande admirador de Hawks), mas nunca assisti a nenhum dos dois, ao contrário do diretor Don Siegel antes de dirigir este aqui: “Me arrependi muito de tê-los assistidos, porque percebi como era totalmente absurdo que eu fizesse (mais uma versão)”. 

Siegel ainda completa: “(…) ambos contaram com elencos melhores, argumentos melhores, mais dinheiro e mais tempo.” Bom, Siegel sempre conseguiu se sair bem com pouco tempo e orçamentos apertados. Agora, sobre argumentos, não tenho como comparar, mas mesmo não tendo assistido às versões anteriores, deve ser difícil não concordar com o sujeito sobre o seu elenco. Especialmente em se tratando do protagonista, o herói do filme, a não ser que alguém aí seja fã do Audie Murphy… Herói de guerra que acabou virando ator, Murphy conseguiu relativo sucesso nos anos 50. Tanto que CONTRABANDO é o segundo filme que estrelou sob a direção de Siegel. O primeiro foi o western ONDE IMPERA A TRAIÇÃO, já comentado aqui no blog.

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O fato é que Murphy nunca foi lá um dos meus atores de ação favoritos desse período. Longe disso, aliás… Seu rostinho de bom moço não se encaixa bem aos papeis durões que tentava fazer. E comparando com as outras versões do conto de Hemingway, temos um John Garfield, na versão de Curtiz, e Hawks tinha a sua disposição ninguém menos que o gigante Humphrey Bogart. Quem é Murphy perto de Bogart? Continuar lendo

SETE ANOS NA TELA

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Tá certo que estamos apenas desde 2013 neste endereço, mas o blog Dementia 13 deu-se início no dia oito de agosto de 2008, portanto hoje completam sete anos de sua existência. Vida longa ao blog, e que venham outros sete, dezessete, e muito mais…

Sim, além deste post informativo de aniversário, quero avisar que o blog não foi abandonado, está apenas empoeirado… O Dementia 13 está apenas passando por umas prolongadas férias por conta de uma coisa chamada vida, que me deixou sem tempo. Daqui a pouco retornamos com mais daquele tipo de cinema que vocês já estão acostumados a encontrar por aqui.