LEONARD NIMOY (1931|2015)

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ESPECIAL McT POST FINAL: FILMOGRAFIA NO BLOG

mctiernan-warbirdsO especial do diretor John McTiernan finalmente está encerrado. Escrevemos aqui no blog sobre todos os filmes que o sujeito já realizou. Só voltaremos a postar sobre ele de novo quando  lançar seus próximos trabalhos, se é que isso realmente vai acontecer, ou se eu ou algum dos colaboradores rever algum de seus filmes e tiver algo a acrescentar. Mas, por enquanto, ficamos por aqui com o McT. Segue a lista de seus filmes:

BASIC (2003)
ROLLERBALL (2002)
THOMAS CROWN – A ARTE DO CRIME (1999)
O 13º GUERREIRO (1999)
DURO DE MATAR 3 – A VINGANÇA (1995)
O ÚLTIMO GRANDE HERÓI (1993)
MEDICINE MAN (1992)
A CAÇADA AO OUTUBRO VERMELHO (1990)
DURO DE MATAR (1988)
O PREDADOR (1987)
NOMADS (1986)

Neste domingo descobriremos quem será o próximo diretor que vamos explorar por aqui. Para contribuir na escolha, participe desta enquete na página do Dementia¹³ no Facebook.

ESPECIAL McT #11: VIOLAÇÃO DE CONDUTA (Basic, 2003)

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por DANIEL VARGAS

É impressionante a má vontade da crítica especializada (Tirando o Jonathan Rosenbaum) com esse que foi o último filme do mestre moderno da ação, John McTiernan, antes de ir em cana por perjúrio em um caso bizarro envolvendo ele e um produtor daquela bagunça que foi o remake de ROLLERBALL. Inclusive exatamente por estar vivendo esse momento problemático que acho que VIOLAÇÃO DE CONDUTA ainda assim conseguiu ser um dos mais engenhosos e instigantes thrillers da década passada. Continuar lendo

ESPECIAL McT #10: ROLLERBALL (2002)

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Depois de recuperar seu prestígio como diretor, refilmando um clássico de Norman Jewinson, THOMAS CROWN – A ARTE DO CRIME, John McTiernan passou para o trabalho seguinte, um remake de um filme do Norman Jew… Opa! Curiosamente, ROLLERBALL é a releitura de um filme de 1975, dirigido pelo mesmo sujeito de CROWN, O MAGNÍFICO, o que, na verdade, não importa muito. O que vale mesmo é que o seu filme de 99 é um dos grandes trabalhos da carreira de McT, enquanto este aqui trata-se, sem nenhuma dúvida, do pior de todos. Continuar lendo

ESPECIAL McT #9: THOMAS CROWN – A ARTE DO CRIME (Thomas Crown Affair, 1999)

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Não sei se vocês ainda se lembram (bem, alguns sim, já que me cobraram), mas em 2013 eu comecei este especial aqui no blog que dissecaria a obra do John McTiernan e, vejam só, faltando apenas três filmes para terminar acabei deixando de lado. Acho que é hora de retomar essa bagaça, até porque tô afim de escolher outro nome pra explorar a filmografia e não quero deixar essa ponta solta. O próximo da lista então é THOMAS CROWN – A ARTE DO CRIME. Continuar lendo

DEMONS 2 – ELES VOLTARAM (Dèmoni 2… l’incubo ritorna, 1986)

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O primeiro DEMONS, segundo consta nos nos bastidores do cinema de horror italiano, foi realizado com o propósito de gerar lucro rápido, porque Dario Argento, um dos produtores e roteiristas do filme, havia estourado o orçamento de seu PHENOMENA e precisava recuperar essa grana. Com dinheiro bem mais reduzido, Lamberto Bava na direção, e umas ideias originais, o filme acabou indo além do esperado. Não apenas foi um sucesso de bilheteria, como tornou-se um dos mais representativos clássicos do gênero naquele período. Os produtores, obviamente exigiram uma continuação, DEMONS 2, que veio no ano seguinte. Continuar lendo

HOJE TEM!

A rede de cinemas Cinemark está com uma bela iniciativa, tem lançado alguns clássicos restaurados em suas salas e já nos deu a oportunidade de rever alguns exemplares como CASABLANCA, de Michael Curtiz, e PSICOSE, de Alfred Hitchcock, em alta definição. Mas agora a coisa ficou séria e atualmente encontra-se em cartaz RASTROS DE ÓDIO, uma das grandes obras-primas de John Ford. Já perdi as contas de quantas vezes revi, na TV, em DVD, mas não dá pra perder agora na tela grande. Continuar lendo

DEMONS – FILHOS DAS TREVAS (Dèmoni, 1985)

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Era moleque quando vi DEMONS, acho que peguei passando em algum canal da TV aberta, por incrível que pareça… Experiência dessas que fodem totalmente a cabeça da criança e por isso agora tenho esse “bom” gosto pra filmes… Enfim, revendo hoje, continua uma lindeza, que impressiona por vários motivos, mas principalmente por uma simplicidade narrativa em proveito de uma, digamos, piscada de olho na direção dos experimentados fãs de cinema de horror europeu, o que torna DEMONS não apenas um clássico pelo seu grau de divertimento, mas por realmente ter uma representatividade simbólica dentro do gênero. Continuar lendo

THE WAR IN SPACE (1977)

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O grande sucesso de STAR WARS inevitavelmente gerou imitações baratas, tanto nos Estados Unidos quanto no mundo afora, que chupavam descaradamente ideias, elementos e até sequências inteiras do filme de George Lucas. Até o Japão, que sempre teve o gênero sci-fi muito bem estabelecido na sua cultura cinematográfica, entrou na dança. Produzido pela Toho, THE WAR IN SPACE, de Jun Fukuda, é conhecido por ser o grande rip-off japonês de STAR WARS. Só que diferente de outras versões que descambam para a picaretagem total, nota-se que o grande blockbuster serve apenas como inspiração por aqui e tirando um elemento ou outro, o filme não tem nada a ver com STAR WARS. Continuar lendo

VIY – O ESPÍRITO DO MAL (Viy, 1967)

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Meu fim de semana passado começou com a conferida do clássico do horror russo VIY. E, nossa, finalmente… era um filme que estava no meu radar há muitos anos e não sei porquê demorei tanto pra ver. Acho incrível como é uma obra tão curta, aparentemente simples, mas que possui tanta substância e exige uma atenção aos mínimos detalhes por parte do espectador. Baseado em um conto popular escrito por Nikolai Gogol, VIY carrega o peso de um universo inteiro do folclore russo, numa narrativa ancorada num visual extremamente arrojado e efeitos especiais transgressores, muito à frente do seu tempo. É impressionante do início ao fim… principalmente o fim. Continuar lendo

KERUAK – O EXTERMINADOR DE AÇO (Vendetta dal Futuro, aka Hands of Steel, 1986)

L4 HandsNão sei quantos de vocês tiveram esse privilégio, mas sou desses que pode se orgulhar de ter visto KERUAK – O EXTERMINADOR DE AÇO, de Sergio Martino, passando à tarde, no SBT, quando era moleque no início dos anos 90. Bons tempos. O filme é simplesmente um clássico da infância e quando os canais da televisão aberta ficaram caretas só me restou a lembrança, já que não consegui encontrar o filme em VHS na adolescência na região onde morava. Desde então não revi KERUAK, apesar da possibilidade que surgiu a partir da era dos torrents. Bem, resolvi matar a saudade agora e só posso dizer que valeu muito a pena. Foram 95 minutos com os olhos brilhando com o que há de mais divertido, bizarro e picareta no cinema B de ação italiano. Continuar lendo

MOMENTO JESS FRANCO: O EXORCISTA DIABÓLICO (Exorcism, 1974)

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A primeira coisa que me chamou a atenção nesta obra do grande mestre espanhol do exploitation europeu, Jesús Franco, foi a presença e atuação do próprio diretor no papel principal. Eu já vi muitos filmes do Franco em que ele se coloca em pequenos papeis, personagens sem muita importância, para compor elenco, mas aqui em O EXORCISTA DIABÓLICO é a primeira vez que o vejo numa tentativa de criar um personagem com um maior destaque dramático e o resultado me impressionou muito. Continuar lendo

A VOLTA DO POLICIAL SAMURAI

Produzido em 1991, SAMURAI COP, de Amir Shervan, é um desses filmes ridículos de baixo orçamento que praticamente ninguém deu muito valor na época – provavelmente com muita razão – mas que acabou ganhando uma certa aura cult com o passar do tempo. Não dá pra entender muito bem os motivos disso (embora eu tenha minhas razões de achar o filme uma coisa linda), mas trata-se de um filme único na história do cinema, que mistura o subgênero “buddy cop movie” com filmes de samurais e reúne cenas de pancadaria e ação filmadas toscamente, péssimas atuações, diálogos inacreditavelmente bizarros e um protagonista excêntrico com uma cabeleira esdrúxula que consegue ter tanto carisma quanto o Steven Seagal gordão em seus filmes atuais. Continuar lendo