OBITUÁRIO

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ALBERT FINNEY (1936 | 2019)


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BRUNO GANZ (1941 | 2019)

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NOVIDADES DE HORROR DA A2 FILMES

PIRANHA SHARKS JÁ CHEGOU EM DIGITAL

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SINOPSE: “Um cientista consegue mudar geneticamente tubarões-brancos para que eles fiquem do tamanho de pequenas piranhas, com o objetivo de satisfazer a vontade de um milionário de aumentar seu aquário de espécies exóticas. Quando os peixes mutantes caem na rede de esgotos da cidade de Nova York, rapidamente se espalham e começam a matar.

Quando o caos toma conta da cidade e os ataques só aumentam, o prefeito só tem uma solução: contratar um grupo nada comum de exterminadores, que parece ser a última chance de salvar a população dessa bizarra ameaça.”

Elas são pequenas, elas são mortais, elas são mutantes!

ALUGUE AGORA MESMO!
Now: http://bit.ly/piranhasharksNOW
Vivo Play: http://bit.ly/piranhasharksVIVOPLAY
Looke: http://bit.ly/piranhasharksLOOKE
Microsoft: http://bit.ly/piranhasharksMICROSOFT
iTunes: http://bit.ly/piranhasharksITUNES

Ficha técnica:
PIRANHA SHARKS
 (Piranha Sharks)
DIREÇÃO: Leigh Scott
ELENCO: Collin Galyean, Ramona Mallory, Josh Hammond, John Wells, Frederic Doss, Jon-Christian Costable, GinaMarie Zimmerman e Kevin Sorbo
PAÍS/AN]O DE PRODUÇÃO: EUA/2016
GÊNERO: Terror / Ação / Comédia
MINUTAGEM: 79 minutos, aproximadamente

 


JÁ DISPONÍVEIS

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EM BREVE

Acesse também a página da A2 FILMES no FACEBOOK, ou o site da distribuidora, a2filmes.com.br, e fique por dentro dos lançamentos e novidades.

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LANÇAMENTO CPC UMES FILMES: QUANDO VOAM AS CEGONHAS

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O primeiro lançamento em DVD de 2019 da CPC UMES FILMES será QUANDO VOAM AS CEGONHAS, de Mikhail Kalatozov, clássico obrigatório do cinema soviético, produzido pelo Mosfilm e vencedor da Palma de Ouro em Cannes em 1958. A edição é a partir de cópia restaurada.

Sinopse: “Veronika e Boris, um jovem casal de namorados, são separados pela convocação do rapaz para se juntar ao Exército Vermelho durante a 2ª Guerra Mundial. Ansiosa por notícias do front, a moça é acolhida pela família de Boris, quando sua casa é destruída por um bombardeio, e acaba forçada a se envolver com o primo do rapaz, com quem resignadamente se casa. Mas continua a esperar por Boris.”

O lançamento de QUANDO VOAM AS CEGONHAS está previsto para o dia 08 de março.

Acesse a loja virtual da distribuidora para mais informações e para adquirir o seu exemplar na pré-venda.

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E não deixe de curtir a página da distribuidora no Facebook
para ficar sabendo de todas as novidades e os seus próximos lançamentos.

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ÁTILA – O REI DOS HUNOS (1954); CLASSICLINE

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De vez em quando o diretor Douglas Sirk dava um tempo dos seus habituais melodramas hollywoodianos, carregados dos conflitos emocionais que davam dignidade às lágrimas do público, e resolvia fazer outra coisa completamente diferente, explorar outros gêneros, respirar novos ares. Daí surgia obras como ÁTILA, O REI DOS HUNO, um maravilhoso épico de aventura histórica, do estilo “sandália e espada”, que para os fãs dos famosos melodramas do diretor pode até soar, à primeira vista, um bocado estranho… No entanto, lá pelas tantas, deve ter batido em Sirk uma saudade de trabalhar certos temas e, sem abandonar a proposta de aventura épica, toda a angústia humana da marca registrada do diretor acaba surgindo por aqui.

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Com isso, o recorte histórico do personagem título ganha um outro sentido, que ultrapassa as batalhas e conquistas de territórios e transcende a outras coisas, a uma dissecação da jornada dessa figura histórica chamada Átila. Uma jornada que já não é mais física, mas espiritual. Não são mais as lutas de espadas, os conflitos entre os povos da época ou a fidelidade histórica, mas sim uma religiosidade que é inerente a este mundo povoado por figuras apegadas na fé que interessa a Sirk.

O título original de ÁTILA – O REI DOS HUNOS parece concordar mais com as intenções do diretor. O seu belo título é THE SIGN OF THE PAGAN. Trata-se, portanto, menos de uma biografia, que é o que o título nacional parece indicar, sobre o mais famoso dos líderes bárbaros, e mais um filme sobre o homem em conflito com sua fé, num choque de civilizações entre o Império Romano e os bárbaros, e mais particularmente entre o cristianismo representado por Roma e o culto pagão celebrado pelos hunos. É menos o “cinema do corpo” dos filmes de “sandália e espadas” e os pepla italianos, e mais uma odisseia espiritual do indivíduo diante da sorte…

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O cerne do filme acaba sendo Jack Palance, num desempenho tão magistral, tão poderoso, talvez o maior de sua carreira. Num primeiro momento, Palance entrega um Átila orgulhoso, confiante e ávido guerreiro com um ódio mortal do Império Romano, com uma filosofia da barbárie que se contrapõem com seu brilho tático e habilidades militares. E uma presença física em cena fenomenal, como na cena de sua chegada à festa dada pelo imperador Teodósio aos bárbaros, em Constantinopla, onde Átila impõe autoridade pra cima dos romanos e tem a chance de humilhar o melhor guerreiro local. Mas não demora muito o filme começa e revelar-lhe as fraquezas, as dúvidas, o conflito com a fé… E Palance vai crescendo, cada vez mais sublime.

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Seu oposto é Jeff Chandler, que interpreta Marciano, o centurião romano que, por fim, carrega o fardo de salvar todo o Império. Os dois se encontram pela primeira vez quando o personagem de Chandler é capturado a caminho de Constantinopla levando uma mensagem para o imperador. O sujeito consegue fugir e se apressa para a famosa cidade, onde encontra um aliado de importância, a adorável Princesa Pulcheria. Só que as advertências de Marciano sobre a ameaça bárbara são ignoradas. Enquanto isso, Átila decide realizar a ousada ação de atacar Roma, apesar das sombrias previsões de seu vidente.

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Previsões, fé, conflitos do espírito são coisas que Douglas Sirk se apega. E algumas das melhores sequências do filme partem da dialética cristianismo vs paganismo. Destaco duas: a primeira é um clichezão, mas que nunca perde a sua força: logo depois de um discurso de cólera de Átila contra Roma e promovendo um grande ataque contra seus muros, um raio atinge e parte ao meio a árvore mais próxima do grupo, trazendo à tona a possibilidade de uma resposta do divino às afrontas do bárbaro. A segunda é o ponto alto do filme, quando já nos arredores de Roma, o próprio papa se aproxima num pequeno barco pelo rio, envolto em uma névoa celestial, para tentar influenciar os bárbaros a desistirem do ataque… É bem provável que esta seja uma das sequências mais belas que Sirk filmou em sua carreira.

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A partir daí, os presságios do vidente acabam se mostrando verdadeiros, Átila se vê encarando um longo processo de definhamento espiritual e se perde no abismo, enquanto Marciano convoca os romanos para um ataque surpresa. O confronto final do exército romano contra os Hunos de Átila, apesar de curto e sintético, também serve para provar que Sirk definitivamente tinha talento para dirigir ação com o mesmo vigor de seus dramas suburbanos pelos quais ele é mais conhecido. Mas é mesmo no prazer de narrar essa grande jornada espiritual de Átila que reside um filme magnífico. E claro, em Jack Palance, que é o centro das atenções. Um verdadeiro monumento.

Assisti a ÁTILA, O REI DOS HUNOS em DVD, lançamento fresquinho de Janeiro da Classicline. O disco é apresentado em uma edição com uma cópia excelente, num belíssimo widescreen, áudio original e dublagem em português para aumentar o clima nostálgico. Acompanha trailer de cinema e uma galeria de imagens como extra. O DVD pode ser adquirido nas melhores lojas ou na loja virtual da própria distribuidora.

 

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“Os movimentos profundos da alma desarmam a psicologia”

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ÁTILA, O REI DOS HUNOS (The Sign of the Pagan, 1954, de Douglas Sirk)

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EMBRUTECIDO PELA VIOLÊNCIA (1951)

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O jovem Kirk Douglas em início de carreira parecia um ator esforçado. Aprendeu a lutar boxe para o seu papel em O INVENCÍVEL (1949), de Mark Robson, e teve intensas aulas de instrumentos de sopro para dar veracidade como trompetista em ÊXITO FUGAZ (1950), de Michael Curtiz. Para EMBRUTECIDOS PELA VIOLÊNCIA (Along the Great Divide), Douglas teve que aprender a montar num cavalo e a lidar com um revolver de seis balas, e contou com a ajuda do veterano diretor de ação e aventura Raoul Walsh, para lhe mostrar como se faz. O filme é a estreia de Douglas no Western, gênero do qual o sujeito dedicaria uma boa parte da carreira (dezenove filmes).

Douglas aparece em EMBRUTECIDOS PELA VIOLÊNCIA como um Marshal recém-eleito, chamado Len Merrick. Durante seu trajeto para assumir o posto, na companhia de seus dois ajudantes policiais, Merrick impede um grupo de linchar o velho Keith, vivido pelo grande Walter Brennan, a quem o fazendeiro Ed Roden (Morris Ankrum) acredita ser o assassino de seu filho. Merrick e seus policiais levam o Keith em custódia. Se o prisioneiro é ou não inocente, se ele será condenado à morte ou não, é de pouca importância para Merrick, que vive sob o código da lei. Desde que a lei tenha uma palavra a dizer e a sentença seja aplicada de acordo com o veredito do júri, o sujeito tem a consciência tranquila de dever cumprido.

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Mas aí começam a transportar Keith por quilômetros e quilômetros até a cidade de Santa Loma, onde o velho será julgado. O filme é, em grande parte, sobre o que acontece ao longo do caminho. E como sabemos, uma longa jornada pode mudar a natureza de um homem. Especialmente se uma mulher estiver no meio, como é caso de Ann (Virginia Mayo), filha de Keith, que insiste em acompanhá-los. Durante a viagem, além de constantes trocas de tiros com os homens de Roden, que querem o velho morto de qualquer jeito, é revelado também o lado frágil de Merrick, traumatizado e cercado de medos por conta da morte de seu próprio pai, também um Marshal, e que teria sido causado por ele.

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Com isso, EMBRUTECIDOS PELA VIOLÊNCIA fecha uma espécie de trilogia da “psicologia no western” do diretor Raoul Walsh, que começa com SUA ÚNICA SAÍDA (1947) e continua em GOLPE DE MISERICÓRDIA (1949). Mas apesar desse estudo mais profundo das emoções humanas, em nenhum momento o filme se torna uma tese séria sobre o assunto. Walsh se interessa mesmo é pela forma, pela imagem, pela fotografia em preto-e-branco expressionista de Sidney Hickox, o colaborador habitual de Walsh, que é realmente extraordinária, seja nas locações ao ar livre ou no estúdio. Já com os atores, o que parece ecoar sobre as filmagens é que Walsh teria perdido o interesse pelo projeto durante a realização e deixava de lado inclusive páginas inteiras de diálogos do roteiros.

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O bom é que com Kirk Douglas, Walter Brennan e Virginia Mayo não tem erro, basta ligar a câmera e deixá-los trabalhar, especialmente quando Douglas e Mayo se afastam dos demais e dão origem a algumas sequências com alto potencial erótico para o período. Douglas ainda não havia despontado como um dos maiores atores de todos os tempos na época de EMBRUTECIDOS PELA VIOLÊNCIA, mas já dava demonstrações consideráveis disso, com um carisma extraordinário e exalando uma tremenda força física como herói. John Agar, James Anderson e Ray Teal são outros atores que merecem destaque por aqui. Quanto à encenação da ação, Walsh é sempre de uma eficiência notável quando se trata dos tiroteios, perseguições, do deslocamento dos personagens no espaço, da arquitetura da iconografia do western.

EMBRUTECIDOS PELA VIOLÊNCIA foi lançado recentemente pela Classicline em DVD, oferecendo sua qualidade habitual, preservando o ‘aspect ratio’ original. Uma bela maneira de redescobrir este clássico do faroeste americano que merece um lugar na coleção, para ver e rever e rever…

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Texto originalmente escrito e publicado no blog Vá e Veja.

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95 ANOS DO MOSFILM

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O mais antigo estúdio de filmes da Europa, o MOSFILM, está completando 95 anos de fundação. Além disso, cinco grandes diretores do cinema russo também fazem anivesário no mês de janeiro. Por isso, a CPC UMES FILMES, distribuidora parceira do blog, está realizando até domingo (03/02) uma super promoção na sua loja virtual.

Treze filmes dos diretores aniversariantes e produzidos pelo MOSFILM com descontos, de 39,90 por 24,90.

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Sergei Eisenstein é um dos aniversariantes de Janeiro

Diretores aniversariantes:
Lev Kuleshov (13/01), Serguei Eisenstein (22/01), Grigori Aleksandrov (23/01), Mikhail Romm (24/01) e Leonid Gayday (30/01).

Filmes em promoção:

As Aventuras Extraordinárias de Mr. West no País dos Bolcheviques
O Velho e o Novo
Aleksandr Nevsky
Volga-Volga
Circus
Primavera
Lenin em Outubro
O Fascismo de Todos os Dias
Lenin em 1918
Bola de Sebo
A Questão Russa
12 Cadeiras
Braço de Diamante 

Clique aqui para acessar o site da CPC UMES FILMES e aproveitar a promoção!

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R.I.P. DICK MILLER (1928 | 2019)

Morreu o nosso coadjuvante favorito…

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SHARON STONE FAZENDO UM SCREEN TEST PARA INSTINTO SELVAGEM É O MELHOR VÍDEO QUE VOCÊ VERÁ HOJE

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STURGES

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Outro dia estava vendo um filme de espionagem dirigido pelo John Sturges. Não conhecia a obra, mas do diretor, é quase impossível errar na escolha. Ao menos, o que vi do Sturges, só clássicos do autêntico cinema badass: SETE HOMENS E UM DESTINO, FUGINDO DO INFERNO, CONSPIRAÇÃO DO SILÊNCIO, SEM LEI E SEM ALMA, entre outras coisas boas.

Sturges sempre teve certo prestígio e respeito entre os admiradores do “cinema de ação raiz”, mas já a crítica séria subestima diretores que não possuem uma veia autoral, como é, de fato, o caso de Sturges. O sujeito era um típico diretor “Pistoleiro de Aluguel”, desses que sabem atirar muito bem, mas acabam não deixando muito rastro. Ou seja, não possuem um caráter autoral, embora façam seu trabalho muito bem feito. E em se tratando de filmes de ação, o cara sabia muito bem onde colocar sua câmera e como orquestrar o que se passava na frente dela, como preencher os espaços da tela larga do CinemaScope.

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O tal filme de espionagem em questão é um bom exemplo disso. O título do filme no Brasil é O MUNDO MARCHA PARA O FIM, adaptação de um livro de Alistair MacLean, autor de clássicos suspenses de guerra, como OS CANHÕES DE NAVARONE. No elenco temos George Maharis e um grisalho Dana Andrews, cuja carreira já estava em declínio. No início do filme, acontece uma invasão num laboratório ultrassecreto de guerra química e bacteriológica do governo americano, quando um dos cientistas havia acabado de aperfeiçoar um novo vírus, que fora apelidado de “the satan bug“, que é também o título original do filme. Quando em contato com a atmosfera, o vírus parece ser completamente imparável e um único frasco poderia, em teoria, acabar com toda a vida na Terra. É tão perigoso que os cientistas estavam considerando seriamente destruí-lo, pela suspeita de ser letal demais para ter algum uso prático.

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Para um caso tão urgente, é necessário um tipo muito especial de agente para resolver as coisas e fazer, digamos, um trabalho sujo. E o homem certo é Lee Barrett (Maharis), um espião dissidente, que foi demitido de todos os cargos que ocupou, tido como encrenqueiro e causador de dor de cabeça para o governo. Ou seja, Mas o homem perfeito para o trabalho de pegar os terroristas e recuperar o perigoso vírus. Daí pra frente o filme não para…

John Sturges não tinha um grande orçamento para trabalhar, mas sabe muito bem  o que fazer com este tipo de material, e segura o filme com boa dose de tensão. Não temos aqui nenhum discurso entediante do vilão insano que tenta justificar suas ações e, apesar do assunto e do contexto da época, o filme acaba não sendo levado para o lado político… É um thriller de ação, puro e simples. O filme também não perde tempo com explicações pseudocientíficas elaboradas. Tudo o que precisamos saber é que o vilão tem uma arma super poderosa em mãos e ele deve ser parado à qualquer custo. É-nos dado apenas o suficiente para tornar essa ameaça assustadora e não deixar que o público desgrude os olhos da tela. E considerando o baixo orçamento, algumas sequências de ação são bastante impressionantes, com perseguições de carro, tiroteios e até uma luta em um helicóptero em pleno ar.

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Não sei se esse aqui já foi lançado no Brasil em DVD, mas fica a dica para alguma distribuidora brasileira o lançamento desta e de outras obras do Sturges não tão conhecidas e que fariam sucesso no mercado de vídeo. O MUNDO MARCHA PARA O FIM é um desses filmes esquecidos de um grande diretor que a vale a pena uma conferida.

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FAZENDO AS PAZES COM SHYAMALAN

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A reconciliação que fiz com o diretor de O SEXTO SENTIDO não veio agora, com GLASS, que assisti ontem. Veio com seus dois filmes anteriores, de forma tímida com A VISITA e com mais contundência em FRAGMENTADO, que me fizeram sentir a necessidade de reavaliar a obra de Shyamalan, da qual passei mais de uma década abominando…

Com exceção de O SEXTO SENTIDO e CORPO FECHADO, acompanhar a carreira de Shyamalan era acumular decepções, até chegar num ponto em que pensei em abandonar de vez, tanto que só fui assistir a DEPOIS DA TERRA nessa reavaliação que fiz e que aconteceu no ano passado, quando revi todos os filmes do homem. Percebi que o problema era, digamos, pessoal. Quero dizer, uma das coisas mágicas do cinema é a relação que estabelecemos com os filmes e como uma série de fatores externos e internos podem agir na percepção e influenciar essa relação tão íntima, tão subjetiva com as obras. Ou seja, filmes como FIM DOS TEMPOS e A DAMA NA ÁGUA, que achei um LIXO quando vi há mais de uma década, acabaram se revelando, esses mesmos filmes, obras-primas na revisão mais recente. FIM DOS TEMPOS se tornou meu favorito do diretor e um dos melhores filmes da década passada. O que aconteceu? Os filmes não mudam, quem muda sou eu, muda-se até um simples estado de espírito momentâneo, e conceitos e preconceitos de um período da vida… Ou eu amadureci/evolui meu paladar cinéfilo ou desandei e meu mau gosto por filmes ficou tão forte que as coisas que eu detestava passei a amar… Mas isso pouco importa, no fim das contas. O que vale pra mim são duas coisas nessa história:

1. Nunca leve muito à sério a suas velhas opiniões em relação a um filme ou diretor. Reveja, reavalie. Em dez, vinte anos muita coisa muda, seus gostos podem se alterar, filmes horríveis podem se tornar obras fascinantes e vice e versa.

2. Que o Shyamalan é um dos grandes diretores em atividade no cinema americano atual e que faz parte de uma certa linhagem de cineastas autorais que estão para além do acerto e do erro. Cada filme destes tipo de diretor é uma obra irrepreensível de ousadia e invenção. Não são trabalhos feitos para simplesmente gostar ou não gostar, mas para mergulhar de cabeça ou ficar na mesma, indiferente.

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Sobre GLASS, não quero falar muita coisa e nem teria muito o que dizer… Apenas que, em tempos de produções baseadas em quadrinhos da Marvel e DC Comics (dos quais não tenho nada contra), é Shyamalan quem acaba fazendo o filme mais notável sobre super-heróis, ou a possibilidade de existirem pessoas especiais, com qualidades sobre humanas. Sem nunca sair de seu estilo próprio, cadenciado, dramático, sem espetacularizar a ação, sem criar embates épicos, sem abusar de efeitos especiais caríssimos, quebrando todas as expectativas, GLASS fascina por ser uma obra intimista e reflexiva, um tratado sobre a crença, sobre acreditar na fantasia, na fábula, não como alegoria do real, mas como o real propriamente vivido, que é a síntese de boa parte do cinema shyamaliano.

Mas se GLASS exige certa cumplicidade por parte do expectador, especialmente de quem já admira o trabalho de Shyamalan, está familiarizado com suas idiossincrasias, não deixa de ser também dessas obras que, naquelas duas ou três horas que ficamos sentados na sala escura, somos convidados a nos “perder” na tela; melhor, somos instados a descobrir que é possível vivenciar um mundo muito além do cotidiano e do sonho. São filmes de exceção, talvez até anacrônicos em relação ao que se faz hoje no cinema americano (e por isso mesmo tão moderno), que mandam o realismo e o surrealismo para o espaço, e nos fazem vivenciar uma raríssima experiencia sensível.

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R.I.P. DUSAN MAKAVEJEV (1932 | 2019)

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O RETORNO DE RICHARD STANLEY, COM NIC CAGE, EM ADAPTAÇÃO DE LOVECRAFT

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Não sei o que é melhor nessa notícia. Richard Stanley voltar a dirigir; Nic Cage novamente se envolvendo com os produtores de MANDY; ou o fato dessa turma toda estar adaptando um Lovecraft. De vez em quando coisas boas acontecem… Segundo o site Deadline, Nicolas Cage foi escalado para estrelar uma adaptação de A COR QUE CAIU DO CÉU, do mestre do horror H.P. Lovecraft, de 1927. O filme será dirigido pelo cineasta sul-africano Richard Stanley, em seu primeiro longa (de ficção) em vinte anos. Para Cage, o projeto também é uma nova parceria com a produtora SpectreVision, que realizou MANDY, um dos melhores filmes do ano passado. As filmagens da adaptação de A COR QUE CAIU DO CÉU devem começar já no mês que vem.

Para comemorar, recomendo assistir aos dois principais trabalhos de Stanley: HARDWARE (1990) e DUST DEVIL (1992), este último, uma obra-prima esquecida do horror noventista que merece urgentemente uma redescoberta. Stanley ficou conhecido também pelas atribuladas filmagens da versão de A ILHA DO DR. MOREAU, de 1996, com Val Kilmer e Marlon Brando, finalizado por John Frankenheimer. Depois de ser demitido da produção – e por conta de outras atitudes, como por exemplo usar explosivos em tentativa de sabotar o andamento das filmagens – o diretor entrou numa lista negra e nunca mais conseguiu filmar em condições “normais”. O máximo que conseguiu era um curta-metragem aqui, uns video-clipes ali, documentários acolá… Finalmente Stanley tem sua chance de sair do limbo.

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SCHRADER NO OSCAR

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Os membros da academia não tiveram colhões pra eleger FIRST REFORMED, último trabalho de Paul Schrader, entre os indicados a Melhor Filme. Mas isso já era esperado. Uma pena que Ethan Hawke também não esteja entre os escolhidos na disputa de Melhor Ator. Fará falta. O sujeito entrega aqui uma dos mais fortes desempenhos de sua carreira. Ao menos Schrader concorrerá na categoria Roteiro Original. É difícil, mas ficamos na torcida. Porque FIRST REFORMED merece todo o reconhecimento, seja lá de onde vier, mesmo que todos falem “ah, o Oscar é uma bobagem, é uma premiação feita à base de lobby“. Mas é também o tipo de coisa que define o futuro de um cineasta veterano como Schrader. Receber um prêmio hoje é ganhar fôlego (e financiamento) para um próximo filme.

E isso vale também para o Spike Lee, que está na jogada com o seu sensacional BLACKKKLANSMAN. Esse sim, concorrendo à vários dos prêmios principais, incluindo Melhor Filme e Diretor.

FIRST REFORMED e BLACKKKLANSMAN, os dois maiores filmes do ano passado, já têm minha torcida no Oscar 2019.

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You can never go fast enough…

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TWO-LANE BLACKTOP (1971, Monte Hellman)

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LANÇAMENTOS A2 FILMES JAN/FEV 2019

Confira algumas novidades da A2 FILMES nas plataformas digitais e os títulos chegando em DVD em janeiro e fevereiro de 2019.

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CHEGANDO EM DVD em 23 de Janeiro

CHEGANDO EM DVD em 20 de Fevereiro

Acesse a página da A2 FILMES no FACEBOOK, ou o site da distribuidora, a2filmes.com.br, e fique por dentro dos lançamentos e novidades.

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EM MARÇO: CINEMA POLICIAL VOL.3

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Este aqui vale a pena divulgar.

“Com entrega a partir de 07 de março, a Versátil apresenta CINEMA POLICIAL VOL. 3, caixa em luva reforçada com 2 DVDs que reúne 4 clássicos policiais inéditos dos anos 70 e 80 estrelados por astros como Michael Caine, Walter Matthau, Bob Hoskins e Robert Duvall, além de meia hora de vídeos extras. Edição Limitada com 4 cards.

Garanta já o seu aqui, comprando na pré-venda da loja online

DISCO 1

MONA LISA
(Idem, 1986, 104 min.)
De Neil Jordan. Com Bob Hoskins, Michael Caine, Cathy Tyson.
Um ex-presidiário consegue emprego de motorista de uma prostituta de luxo negra, por quem acaba se apaixonando. Pequena obra-prima neo-noir do consagrado Neil Jordan (“Traídos pelo Desejo”). Prêmio de Melhor Ator em Cannes.

A QUADRILHA
(The Outfit, 1973, 103 min.)
De John Flynn. Com Robert Duvall, Karen Black, Robert Ryan.
Earl Macklin rouba um banco que pertence à Mafia e termina preso. Ao ser libertado, começa uma guerra contra os mafiosos. Eletrizante filme policial com ótimo elenco dirigido pelo talentoso John Flynn, de “A Outra Face da Violência”.

DISCO 2

MATANÇA EM SAN FRANCISCO
(The Laughing Policeman, 1973, 112 min.)
De Stuart Rosenberg. Com Walter Matthau, Bruce Dern, Louis Gossett Jr.
Em São Francisco, um policial é uma das muitas vítimas de uma chacina. Seu parceiro e um novato investigam o que está por trás da matança. Tenso policial urbano no estilo de Dirty Harry com direção de Stuart Rosenberg (“Rebeldia Indomável”).

OS PERIGOSOS
(Hickey & Boggs, 1972, 111 min.)
De Robert Culp. Com Bill Cosby, Robert Culp, Ta-Ronce Allen.
Dois detetives particulares saem em busca de uma garota desaparecida, e acabam se envolvendo com criminosos violentos. Com roteiro do especialista Walter Hill (“48 Horas”), esse neo-noir serviu de inspiração para “Máquina Mortífera”.

EXTRAS: Especiais sobre os filmes (30 min.) Trailers (4 min.)”

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“SOUNDS GREAT”

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PAUL SCHRADER GOES WEST

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Um dos maiores monumentos do cinema americano atual é esse senhorzinho aí em cima, que atende pelo nome de PAUL SCHRADER. Diferente de caras como John Carpenter, William Friedkin, Michael Mann, David Cronenberg, e outros velhinhos que já fizeram muita coisa legal, Schrader continua à pleno vapor, escrevendo e dirigindo, se adaptando e se reinventando no cinema contemporâneo e às novas tecnologias, novos formatos, novos meios de exibição, como um garoto de 72 anos.

Celebremos Paul Schrader… Porque se depender daqueles outros ali em cima, estamos perdidos. Sério, eu espero estar errado, mas vamos cair na real que nunca mais teremos um filme novo do Carpenter, Coppola, Friedkin, Mann, Cronenberg… Clint Eastwood deve fazer mais uns dois no máximo. Brian De Palma não consegue lançar nem seus filmes que já estão prontos. Fora de Hollywood, Paul Verhoeven é um milagre que esteja lançando algo este ano, mas não tenho muita esperanças. Johnnie To já anunciou a aposentadoria… Um ciclo que vai se encerrando aos poucos. E Abel Ferrara? Scorsese ainda se salva. Até quando, já não sei.

Enquanto isso, temos Schrader. Seu último filme, FIRST REFORMED, é maravilhoso e encabeçou a lista dos meus filmes favoritos do ano passado. E o cara disse essa semana, durante a premiação dos Critics Choice Awards, que agora vai fazer um western. No elenco, já apontou Willen Dafoe e Ethan Hawke, e o título por enquanto é NINE MEN FROM NOW, que remete ao clássico de Budd Boetticher, SEVEN MEN FROM NOW, com Randolph Scott e Lee Marvin. Sem mais informações no momento, é só aguardar de joelhos.

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MANDY (2018)

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Da primeira vez que assisti a MANDY, de Panos Cosmatos, foi impossível não pensar numa lógica estético-narrativa que torna visual o mundo interior de um homem destroçado pela perda. Só que ao mesmo tempo, o filme nunca entra no campo de “Ah! era tudo uma alucinação, era uma bad trip do protagonista” o que tornaria tudo muito óbvio.

Resolvi ver MANDY de novo, já que é um dos meus favoritos do ano passado, e desta vez ficou mais forte, já sabendo de antemão o que o filme tem para oferecer, a impressão de estar diante de uma daquelas revistas em quadrinhos Heavy Metal que a gente lia nos anos 90, com um tipo de fantasia sci-fi bizarra muito peculiar que essas publicações forneciam. Então, bad trip porra nenhuma, isso aqui é um puta universo alternativo pra lá de surtado que o Cosmatos criou para desembocar sua fábula macabra e, como cereja do bolo, com um Nicolas Cage maravilhosamente insano nos guiando nessa viagem pirada de imagens carregadas de cores, simbolismos e violência.

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O negócio é que MANDY é um filme para ser contemplado, Cosmatos utiliza-se de elementos muito básicos para causar a imersão do espectador num projeto cuja estética e seus significados simbólicos importam mais do que uma trama convencional. Na verdade, a narrativa segue uma linha reta muito bem traçada, mas com um fiapo de roteiro, que Cosmatos usa para deixar o espectador hipnotizado na sua à abordagem visual e atmosférica.

Temos uma primeira metade que apresenta o casal, Red (Cage) e Mandy (Andrea Riseborough), que leva uma existência tranquila, amorosa e pacífica numa versão alternativa do ano de 1983 e este lugar perfeito e seguro é selvagemente invadido e destruído. Depois, a segunda metade de MANDY: Red se lança numa jornada de vingança sangrenta contra os mais diversos habitantes desse universo insólito.

Seguir essa trama é um convite à uma experiência sensorial fascinante.

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Dizem que o filme anterior de Cosmatos, filho do grande George P. Cosmatos (diretor de RAMBO II, COBRA e TOMBSTONE), segue essa mesma tendência de cinema contemplativo e sensorial. Chama-se BEYOND THE BLACK RAINBOW, mas eu acabei não vendo. Devo assistir agora que conheço MANDY. O sujeito manda bem dentro da proposta de uma espécie de slow “exploitation” cinema, que constrói um mundo tão peculiar e onírico, povoado por criaturas que parecem uma mistura dos cenobitas, de HELLRAISER, com os motoqueiros pós-apocalípticos saídos de MAD MAX 2, com atmosfera carregada em tons que parece uma névoa envolvendo os personagens… É o que dá à paisagem uma sensação sobrenatural, uma versão da realidade como conhecemos, mas encharcada em neons roxos e avermelhados.

Cosmatos também não deixa a peteca cair nem quando a coisa toda explode em violência, fazendo homenagens à clássicos como EVIL DEAD 2, NIGHTBREED, O MASSACRE DA SERRA ELÉTRICA 2… É o tipo de filme no qual veremos Nicolas Cage cortando a garganta de uma criatura que tem uma faca no lugar do pênis e logo depois põe-se a rir histericamente enquanto o sangue encharca seu rosto. Temos Cage decapitando um sujeito com um enorme machado de batalha forjado e depois acendendo um cigarro da cabeça decepada em chamas. Ou no eletrizante e sangrento duelo de motosserras… Enfim, MANDY é brutal, debochado, insano… Pura poesia.

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Obviamente, um dos grandes prazeres de MANDY é poder ver Nicolas Cage em estado de graça sendo bem dirigido e muito bem aproveitado. Há uma cena que é um verdadeiro milagre de encenação e dramaturgia, um tour de force ininterrupto e sem cortes, quando Cage vai ao banheiro, de cuecas, enxugando uma garrafa de Vodka inteira, tentando se aliviar do choque depois de vivenciar um verdadeiro inferno, numa aula de expressão corporal e presença de ocupação física de um espaço, um daqueles momentos que dá vontade de aplaudir e agradecer aos deuses do cinema a existência de um ator tão sublime quanto… NICOLAS CAGE. Aliás, muita gente acha que eu brinco quando falo que, atualmente, em atividade, o maior ator do mundo é Nicolas Cage. Podem apostar, eu falo sério.

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A única coisa que não se justifica em MANDY são suas duas horas de duração. Poderia ser bem mais enxuto… Mas não tenho do que reclamar, porque toda hora Cosmatos traz algo bonito/bizarro para nossa contemplação: os inter-títulos com fontes de capa de disco de Black Metal; Cage forjando no fogo seu instrumento de vingança; o anúncio do “Cheddar Gobling”; os enquadramentos milimetricamente simétricos do templo, o filme inteiro é recheado de imagens que parecem as páginas das revistas Heavy Metal que ganharam vida, numa atmosfera única que é encontrada em todos os quadros do filme, em cada gesto de um personagem, a cada mudança narrativa…

Vale destacar também alguns nomes do elenco, como a pequena aparição do grande Bill Duke, mas especialmente Linus Roach, como líder da seita que desgraça a vida do protagonista, numa performance espetacular.

MANDY é um filme especial. Se não viu ainda, veja. De preferência numa tela bem grande.

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