ACTION NEWS

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Primeiramente, peço desculpas pela falta de atualização por aqui. Mas foi por uma boa causa e que eu simplesmente esqueci de divulgar. Mas vocês já devem saber. Há pouco menos de duas semanas, criei um espaço que muitos de vocês devem se interessar. O ACTION NEWS, o primeiro site brasileiro totalmente voltado para filmes de AÇÂO!

Isso acabou tirando um pouco o foco do Dementia 13, mas pelo menos agora temos um outro espaço que deverá estar sempre atualizado com news e reviews de filmes do gênero. Já este pequeno blog, bem, não se preocupem que não vou deixá-lo morrer. Vou atualizando de vez em quando com uns Godzilla e uns Roger Corman… Mas não deixem de acessar o ACTION NEWS! Curta a página no facebook, coloque o site nos favoritos e acompanhem as novidades do cinema de ação!

www.actionnews.com.br

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GODZILLA (Gojira, 1954)

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Revendo o primeiro GODZILLA, de Ishiro Honda. Uma metáfora pesada dos horrores provenientes de armas nucleares. É um filme que carrega ressonância alegórica muito séria… Quero dizer, deve ser o único filme dentre os mais de trinta que compõe a série GODZILLA que até mesmo um “crítico sério” poderia admitir ter gostado sem medo de ter sua credibilidade revogada. Bem, no meu caso não sou nem crítico nem sou sério, portanto curto até as bagaceiras divertidas e exageradas que são as continuações… Não vi todos ainda, vou aos poucos. Mas este aqui é um clássico obrigatório.

A sequência do ataque à Tóquio é um dos momentos mais marcantes. Claro, quem se propõe a ver GODZILLA espera mesmo ver o caos causado pelo monstro em todo seu esplendor. Mesmo assim a coisa surpreende, as cenas de destruição são um espetáculo de primeira. O reinado de terror de Gojira é brutal, deixando Tóquio às migalhas, em chamas, com seus hospitais abarrotados de mortos e feridos. Mas entre todas as imagens, precisamente criadas a partir de efeitos especiais, há uma que me assombra sempre que me lembro do filme. Em meio a destruição, um plano de uma mãe que abraça e consola seus filhos, prometendo que logo todos estariam junto com o pai deles, provavelmente morto também pelo monstrão. Não consigo imaginar o quão tocante e assustador deve ter sido ver uma cena dessas no Japão em 1954…

Outro momento que não dá pra esquecer é essa cena da imagem aí debaixo, quando Gojira aparece pela primeira vez e ecoa o rugido mais amedrontador da história do cinema. É de arrepiar!

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Aparentemente, a única maneira de destruir Gojira é utilizando o “Oxygen Destroyer“, do Dr. Serizawa, uma arma tão terrível que seu seu inventor hesita em relação ao seu uso. É mexer com um poder que está além do seu alcance, da mesma forma quando experimentamos armas nucleares, adverte o filme. A princípio, Serizawa recusa, dizendo que a arma seria usada em última instância para o mal. Quando a televisão transmite um coro de crianças cantando uma oração pela destruição de Gojira, Serizawa finalmente cede e concorda em usar seu dispositivo. Junto com Ogata, um dos protagonistas da trama, ele desce às profundezas do oceano e enfrenta Gojira com o seu “Oxygen Destroyer“. Mas Serizawa também sabe que o segredo de sua invenção deve morrer junto com o monstro

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Os efeitos especiais de GODZILLA até hoje impressionam. São eficazes para o seu período, Honda soube aproveitar bem e combinado com a fotografia em preto e branco o resultado é ainda mais dramático. Se eles tivessem filmado em cores acho que não teria o mesmo efeito. Claro, visto hoje GODZILLA não é perfeito nesses quesitos, percebe-se os “truques” facilmente… Mas quando se pensa nessas cenas como algo seminal, o primeiro filme de sua espécie na indústria de cinema japonesa, é preciso reconhecer o talento de um sujeito como Eiji Tsuburaya, o diretor de efeitos especiais, e toda a sua equipe.

Tsuburaya era influenciado pelo stop-motion, mas o curto tempo que teve para trabalhar em GODZILLA tornou impossível o uso desse tipo de efeito. Imaginem só, uma única sequência pode levar várias semanas para se filmar em stop-motion. Em vez disso, Tsuburaya optou por construir um traje de monstro, que seria operado por um sujeito dentro. Acabou que deu certo, Gojira é imponente, um monumento, consegue ter certo realismo na medida do possível, e o visual ficou famoso no mundo todo.

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GODZILLA até hoje se mantém fascinante como um filme sci-fi catástrofe, mas também é uma obra-prima que serve de reflexo ao seu tempo, produzido ainda na ressaca do pós-guerra, aproximadamente 10 anos depois que as bombas atômicas cairam no Japão. O impacto cultural do filme é enorme, Gojira é um ícone! E seu legado, mais de 30 filmes, é simplesmente notável. Curioso que dois anos depois, foi lançado no mercado americano com um corte totalmente diferente e o título GODZILLA – KING OF THE MONSTERS, que omite referências à bomba atômica com receio de chatear o público norte-americano. Nessa versão também filmaram outras cenas e incluiram a participação de um repórter americano que acaba entrando na aventura… Nunca vi essa versão, mas vale ressaltar sua existência.

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LINKS DO DIA DA FÚRIA

Segue uns links dos textos que tenho escrito para o Dia da Fúria, Especial Walter Hill, até agora:

LUTADOR DE RUA (Hard Times, 1975)
THE WARRIORS (1979)
CAVALGADA DOS PROSCRITOS (1980)

Vale também uma conferida no texto do Marcelo Miranda sobre o sublime THE DRIVER (1978) e uma segunda opinião, do Caio de Freitas, também sobre THE WARRIORS.

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BONNIE & CLYDE (1967)

A presepada na entrega do prêmio de melhor filme ontem, no Oscar, foi simplesmente linda! HAHAHA! E a melhor maneira que encontrei para homenagear o casal que nos brindou com esses momentos de puro constrangimento, desorganização e magia foi republicar esse textinho do blog antigo.

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Dizem por aí que o ator (e produtor do filme), Warren Beatty precisou implorar de joelhos perante a cúpula da Warner para levar às telas de cinema a vida de Bonnie e Clyde, o famoso casal que roubava bancos na época da depressão americana. Cabeças duras, como sempre, os executivos não tinham idéia de que BONNIE & CLYDE (no Brasil, UMA RAJADA DE BALAS) iria se tornar uma das obras mais influentes do cinema americano e mudaria totalmente a maneira de tratar a violência em Hollywood.

Hollywood, claro! Porque violência, sangue e gore já existia há muito tempo no cinema americano. Mas seria injusto desmerecer a maneira como a violência é abordada aqui. Tomemos por exemplo um dos primeiros assaltos, quando Michael J. Pollard estaciona o que deveria ser o carro de fuga. A situação vira uma cena cômica até que PIMBA! Soa um tiro na cabeça de um funcionário do banco, muito sangue é espalhado na tela e acaba a palhaçada!

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Não é preciso nem tocar no assunto do desfecho de BONNIE & CLYDE também, não é? Aquele brutal, sangrento, perturbador, chocante! Sam Peckinpah deve ter ficado com água na boca imaginando o que poderia fazer com seus próximos filmes, não é a toa que tivemos pouco tempo depois um WILD BUNCH e o cabra ficou conhecido como “poeta da violência”.

Também há a influencia da Nouvelle Vague francesa. As primeiras imagens que mostram Faye Dunaway nua em seu quarto parecem saídas de um filme do Truffaut. Por falar nele, a direção quase parou em suas mãos antes de ir para o excelente e subestimado Arthur Penn, que realizou um belíssimo trabalho. Simples, mas moderno, um novo frescor para um estilo de trabalho estético e de câmera que não era muito comum no período no cinema americano. O cara já havia demonstrado traços experimentais em filmes anteriores, especialmente MICKEY ONE, também com o Beatty, que é um autêntico filme de vanguarda.

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Além de Dunaway (que esté maravilhosamente linda), Beatty e Pollard, o filme conta com a presença de Gene Hackman e Estelle Parsons. Todos indicados ao Oscar, mas apenas esta última levou a estatueta pra casa, e merecida, embora todo o elenco esteja ótimo. Tem até uma pequena participação do Gene Wilder. A fotografia também merece destaque, há uma cena em que uma nuvem passa por cima dos atores tapando o sol que é uma coisa absurda de linda…

Assistir a BONNIE & CLYDE é recompensador, principalmente quando é a primeira vez, como foi o meu caso. Retirou um peso da minha consciência cinéfila…

Escrito originalmente em novembro de 2009.

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APONTAMENTOS RÁPIDOS SOBRE O OSCAR

O Oscar é daqui alguns instantes, mas acho que dá tempo de tecer alguns comentários rápidos e rasteiros sobre alguns filmes que vi, pelo menos na categoria de melhor filme. Apenas alguns, porque olhando o quadro do prêmio principal, confesso que não fiquei muito empolgado com certos títulos e preferi deixar passar… Apesar de ter curtido, com ressalvas, todos os filmes que parei pra ver…

Vi A CHEGADA, de Dennis Villeneuve, que é um interessante sci-fi. Tinha esperança de que fosse gostar mais, há uma tentativa de tornar o plot de invasão alienígena em algo mais cerebral… Acaba não sendo nem tão profundo e ao mesmo tempo parece que fica faltando qualquer coisa mais excitante. Mas não é ruim, é divertido na maior parte do tempo, bastante rico em atmosfera e bem dirigido pelo canadense, mostrando que a aguardada continuação de BLADE RUNNER está em boas mãos. Especialmente quando o sujeito emula um Terrence Malick da boa fase, é agradável aos olhos, o foda é quando o filme parece dirigido pelo Christopher Nolan de INTERESTELLAR, como no frágil terço final, cheio de soluções mal resolvidas e um twist meio besta, que não funciona muito comigo. O grande trunfo de A CHEGADA, no entanto, é o desempenho de Amy Adams, fazendo uma personagem fortíssima. Na verdade, nem Malick, nem Nolan, acho que seria melhor se fosse dirigido pelo Roland Emmerich e acabasse tudo em explosões!

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ATÉ O ÚLTIMO HOMEM (Racksaw Ridge) é o retorno do Mel Gibson na direção. A primeira metade do filme é bem mais ou menos e acho que Gibson deixa pesar demais a mão, se perde um pouco no drama, embora o Garfield segure bem o filme. Mas aí temos a segunda parte, na guerra, com cenas de batalhas, explosões e corpos dilacerados, Mel Gibson se sentindo em casa. Imaginem a sequência inicial de O RESGATE DO SOLDADO prolongado por uns quarenta minutos… É de uma intensidade impressionante, um trabalho visual incrível e uma coreografia de combate de guerra das mais antológicas do gênero… O tema agrada o Oscar e temos vários exemplos que já venceram o grande prêmio da noite (PATTON, O FRANCO ATIRADOR, PLATOON…) e acho que é o meu favorito de hoje. Mas não deve ganhar nada, infelizmente…

Tudo porque temos um LA LA LAND concorrendo… Ok, o filme é legalzinho, bonitinho e muito fácil de se gostar. Mas alçá-lo ao patamar de clássico – já vi gente falando que é o melhor musical de todos os tempos! – já acho um puta exagero. É inegável, no entanto, que o diretor, Damien Chazelle, tem boa noção daquilo que faz e conduz a coisa toda com muita segurança. A cena de abertura, por exemplo, é um espetáculo. Mas quando rola os números musicais com os dois protagonistas, me parecem ralas, como se fossem uma preparação para algo esplendoroso que ainda está por vir, mas que nunca vem… De qualquer forma, o casal principal manda bem quando não estão dançando e curto especialmente o personagem do Gosling. Enfim, não desgosto de LA LA LAND, apenas não acho isso tudo… Mas é bem provável que abocanhe muitos prêmios hoje. São 14 indicações!

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O A QUALQUER CUSTO (Hell and High Water) eu cheguei a comentar por aqui na minha lista de melhores do ano. Gosto muito da visão mordaz do Oeste americano moderno. Dois irmãos que roubam bancos em pequenas cidadezinhas pelo Texas são perseguidos por uma dupla de homens da lei pelas estradas da região. Não conhecia o diretor David Mackenzie, mas o cara comanda tudo com precisão e equilíbrio entre cenas mais tensas de ação, assalto e perseguições, com longas e lentas tomadas dos cenários e num belo estudo de personagens, que é de fato o que interessa. O filme foi ganhando merecidos destaques pelos diálogos, o fascínio por personagens tão humanos e por toda a construção narrativa que desemboca num epílogo que engrandece ainda mais a obra.

Vi também MOONLIGHT, de Barry Jenkins. Outro exemplo que não vejo tantos problemas, mas também não me desperta tanta simpatia. O filme narra a história, em três momentos da vida, de um sujeito negro, pobre, gay, sentimental, num universo barra-pesada e com a mãe drogada… Mas ao mesmo tempo não consegue tocar o dedo na ferida em nada disso. É tudo muito bonitinho, limpinho, quando o material poderia render algo bem mais impactante. O desfecho é um bom exemplo. Depois da puta sequência do reencontro no restaurante, Jenkins quase põe tudo a perder pelo excesso, uma imagem alegórica que não serve pra nada, a do protagonista criança na praia olhando pra trás, o tipo de coisa que só quer pagar de poético… Amanhã ninguém mais vai se lembrar, mas vale a pena uma conferida.

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Por último, me surpreendi com MANCHESTER À BEIRA MAR, de Kenneth Lonergan. Não é nenhuma obra-prima, mas é o típico drama sério, amargo, que consegue me prender pela forma como trata de um tema pesado, como o luto, com certo frescor, sem apelar para o sentimentalismo barato e focando mais o lado humano da coisa, através de relações cheias de estranhamentos e momentos silenciosos. Tudo conduzido sem muita frescura, com um humor negro e desconfortável precisamente inserido em alguns pontos e, obviamente, com excelente desempenho do elenco, especialmente Lucas Hedge. A performance de Casey Affleck pode até ser retraída demais e divide as opiniões, mas acho que funciona bem. Se o filme conseguir tirar alguns prêmios de LA LA LAND eu já fico satisfeito.

ESTRELAS ALÉM DO TEMPOLIONUM LIMITE ENTRE NÓS eu vou ficar devendo. Realmente não me apetecem… E espero que o Oscar tenha colhões suficientes, já que esnobaram ELLE na categoria Filme Estrangeiro, e pelo menos premiem a Isabelle Huppert pelo filme do Verhoeven.

Um top 6 em ordem de preferência ficaria assim:
1. ATÉ O ÚLTIMO HOMEM
2. A QUALQUER CUSTO
3. MANCHESTER À BEIRA MAR
4. A CHEGADA
5. LA LA LAND
6. MOONLIGHT

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RIP BILL PAXTON (1955-2017)

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DIRETORES FODAS DE TAPA-OLHO

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John Ford

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Raoul Walsh

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Fritz Lang

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Nicholas Ray

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Andre de Toth

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THE BIG DOLL HOUSE (1971)

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A ideia de realizar THE BIG DOLL HOUSE chegou até o diretor Jack Hill como uma tentativa de fazer um spinoff de 99 WOMEN (69), do espanhol Jess Franco, um dos primeiros filmes do subgênero Women in Prison. Hill achava que poderia haver um público para este tipo de produto, então, reuniu uma pequena equipe, escalou um grupo de belas atrizes, recebeu a benção do mentor Roger Corman e partiu para as Filipinas, berço de produções exploitations naquele período. Como bom pupilo de Corman, o diretor filmou com tanta economia que acabou saindo de lá com dois WIPs debaixo do braço: Tanto este THE BIG DOLL HOUSE quanto THE BIG BIRD CAGE (72).

Boa parte da carreira de Hill é dedicada ao universo feminino, destacando a força da mulher em situações que deixariam machões no chinelo. Portanto, o subgênero WIP é o típico prato cheio para que o roteiro explorasse ao máximo esse tipo de situação. O roteiro, aliás, não precisava nem ser exigente demais em tentar criar enredos intrincados e verossímeis, bastava colocar as personagens nuas em chuveiros coletivos ou brigando na lama para surtir reflexões filosóficas e garantir a dose de emoção necessária que o espectador precisava.

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THE BIG DOLL HOUSE preenche com facilidade todos os requisitos, até porque é aqui que Jack Hill define vários princípios que ficaram enraizados ao gênero. O filme começa com a bela ruiva Collier (Judy Brown) sendo transportada para uma prisão de mulheres nas selvas Filipinas. Passa por uma inspeção médica, com os seios à mostra, para variar, e logo, na sua cela, é apresentada a um elenco feminino cheio de beldades, incluindo a musa negra, Pam Grier, que estrelaria dois clássicos blaxploitation comandado por Hill, COFFY (73) e FOXY BROWN (74). A partir daí, o filme continua misturando todos os ingredientes que fazem um típico WIP funcionar.

Portanto, temos os planos de fugas, cenas de torturas praticadas pela carcereira chefe, lesbianismo, uma luta na lama entre Grier e Roberta Collins, corrida de baratas, muitos tiros e explosões num final cheio de ação. Um dos grandes destaques de THE BIG DOLL HOUSE é a presença do ator Sid Haig, roubando todas as cenas em que aparece, em especial quando contracena com Pam Grier. Haig se especializou em fazer tipos estranhos em fitas de exploração e também já havia trabalhado com Hill, no clássico SPIDER BABY (68) e até mesmo no seu curta-metragem de estreia THE HOST (63).

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THE BIG DOLL HOUSE é um desses exemplares essenciais para os apreciadores dos subgêneros obscuros que o cinema tem para oferecer. E Jack Hill é nome fundamental nesse sentido. Faz aqui um trabalho excepcional, com um orçamento baixíssimo, mas muita criatividade e boa vontade, criando um autêntico clássico da era grindhouse.

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FULSÕES DE MULCAHY (2)

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RICOCHET (Russell Mulcahy, 1991)

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FUSÕES DE MULCAHY (1)

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HIGHLANDER (Russell Mulcahy, 1986)

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